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About Volterra Legends

Esta é a era da inocência,
a verdadeira inocência.
Todos demônios são visíveis,
todos os demônios são materiais.

A guerra cresce e se expande. E os Volturi parecem incapazes de tomar uma decisão.
As colônias fazem altas fogueiras para queimar os guerreiros das outras.
Eles estão atrás de uma coisa. E só um vampiro vai tê-la.
O caos já começou.

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 Trama do RPG

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AutorMensagem
Volterra Legends
Administrador Geral



MensagemAssunto: Trama do RPG   Dom Ago 10, 2008 12:15 am

Esta é a Era da Inocência,
a verdadeira Inocência.
Todos os Demônios são visíveis,
todos os Demônios são materiais


A Lenda

Folha I

Leia isto sozinho. E cuidado com a sua mente.

Folha II

Fevereiro de 1925, Volterra – Itália

Escrevo essa carta para você, irmão, e presumo que esta seja a ultima de minha existência.

Como estava presumido, a minha profecia recente – e a mais ousada que já fiz – teve um enorme estardalhaço no mundo vampirico. As ultimas noticias que tive tinham algo a ver com um bando de vampiros querendo agora, buscar o tal poder. Mas isso foi há alguns dias, os Volturi já o devem ter exterminado. Porém, não era disto que falava a profecia. Não de tolos vampiros que querem poder não fracos. Eu espero que a maioria destes não gaste sua vida. Algum deve servir para algo.

Do pouco que consigo olhar dos Volturi, eles parecem estar alarmados e descrentes com a possibilidade. Logo, eles estarão batendo a porta desta velha casa – ou será que eles se darão ao trabalho de bater? – para me fazer pagar pela confusão que fiz no mundo “deles”. Ah, eles sempre foram tão acomodados. Quando a profecia se cumprir sei que eles irão então, se arrepender.

Muitos curiosos já chegaram a me perguntar se eu realmente acreditava nisto, ou se era para acabar com a moral dos Volturi, ou se simplesmente eu queria dar fim a minha existência. Todos parecem estar tão descrentes. Como se não me conhecessem. É claro que eu acredito, querido irmão, querido amigo, você compreende não? Independente do que a sociedade vampirica pense isso nunca sairá de suas mentes. Eu ainda não sei o que os Volturi querem acabando com a minha existência. Tão tolos.

Ainda não chegaram a saber que eu sou o único que pode os ajudar realmente?

Nunca, outro vampiro terá o poder de apagar memórias. Tanto porque não há vampiros iguais. Nem humanos iguais, tampouco seres iguais. E isso é uma coisa que eles ainda não aprenderam a valorizar. A individualidade de cada um. Por isso que cairão em ruínas. Porque eles não entendem de coisas que eles não querem entender. E o que eles querem entender só diz respeito a eles. Mas há uma coisa que diz a respeito deles, que eles em hipótese alguma poderão descobrir conto contigo para isto.

Irmão, como você sabe, a profecia fala de um tempo onde o reino dos Volturi será abalado por um acontecimento que eles mesmos vão ajudar. Uma guerra tão violenta quanto – ou até em maiores proporções - a guerra do México. Vidas humanas serão transformadas em existências que serão descartadas num prazo de um ano. E grupos de vampiros estarão lutando uns com os outros por um só prêmio, que só um vampiro receberá quando superar todos os outros: um poder. Um poder extraordinário que faria valer cada dia passado em guerra. O poder de copiar! Copiar qualquer coisa, e principalmente, o poder dos outros. Formidável não? E os Volturi decairiam, trairiam suas próprias regras e por vários anos o mundo ficará no medo. Ficará na guerra constante. E então, cessará.

Mas aquele que irá abalar o reino dos Volturi será um conhecido dos Volturi. E estes, se sentirão inseguros.

Caro Carlisle, esta última fração da profecia só eu conheço, e em breve, você tomará conhecimento. Proteja este segredo, você sabe que ninguém mais poderá o saber.

E um último pedido de um vampiro condenado. Meus gêmeos estarão lhe entregando esta carta, dois minutos após eles entregarem esta carta em suas mãos eles esquecerão de tudo que já passaram. Por favor, diga-lhes um outro nome para que façam desse o seu. Deixe-os separados, dê-lhes rumos diferentes. Não os quero nessa batalha. Não os quero buscando este poder.

Queime esta carta.

Cordialmente, Victorius Leonardi.


Ele não tinha um semblante velho. Não passava dos vinte e cinco anos de idade, se fossem avaliadas as características humanas nesse período da vida. Tinha cabelos castanhos que lhe caíam até os ombros completamente lisos. O seu semblante era talvez, cansado, e julgando a ruga no meio da sua testa digamos preocupado. Assim que acabara de fechar a carta e rabiscar as palavras “Para Carlisle Cullen” no envelope, Victorius se dirigiu para fora da casa.

Fora da casa dois jovens, incrivelmente parecidos e incrivelmente diferentes esperavam. Eles tinham um ar sério, de devoção. Ele suspirou e entregou a carta ao garoto fazendo um sinal de cabeça para a garota que assentiu. Ele ficou então, mais impaciente e ditou algumas instruções para os dois. Assentiram juntos. Ele fez um sinal com a mão para que os dois partissem.

- Caso queira saber... – A garota falou antes de partir. – Tem um minuto e meio.

Victorius assentiu e ela desapareceu junto com o garoto. Ele então entrou novamente na casa e esperou que o um minuto e meio passasse. Se arrastando, querendo aumentar a sua existência que iria acabar dali alguns segundos. Certo, repetiu mentalmente, Apenas mais um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove... Uma batida impaciente na porta. Afinal, eles tiveram a cordialidade de bater na porta. Além disso, eles eram bem pontuais.

O homem se arrastou para a porta. Podia ouvir o pé de um batendo no chão, a impaciência de Jane. A velocidade humana não era realmente aquilo que eles queriam, eles queriam rapidez. Deviam estar com sede. Quando finalmente ele alcançou a maçaneta e abriu a porta de madeira não foi surpresa encontrar Demetri, Jane e Alec. Victorius exibiu um sorriso débil. E depois estava sendo partido em pedaços para ser queimado. Sem nem se quer querer se defender.

Victorius Leonardi, o sábio.
Giovanni e Giovanna Leonardi (Cavalieri), os gêmeos.
Carlisle Cullen, o conhecido.
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